Hasteamento das bandeiras, missa e corte de bolo marcam aniversário de 125 anos de Gravatá

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Após a missa de ação de graças, a população em geral acompanhou o corte do gigantesco bolo, que este ano, contou com 8 metros de comprimento e 250 quilos

 

 

Mais Agreste, com SECOM

 

A cidade de Gravatá comemorou, na última quinta (15), aniversário de 125 anos de emancipação política. O dia foi marcado pelo hasteamento das bandeiras, missa de Ação de Graças e tradicional corte do gigantesco bolo, com 8 metros de comprimento e 250 quilos.

A agricultora gravataense, Marizete Monteiro, participou das comemorações e declarou o amor que sente pela cidade. “Tenho orgulho de ser de Gravatá, é uma terra boa, bonita e dá gosto de chegar nos lugares e dizer que é daqui, todo mundo elogia. A cidade está de parabéns e eu vim com meus filhos comemorar e provar do bolo, que está uma delícia”, afirmou.

O prefeito Joaquim Neto destacou a importância do momento solene. “Nossa cidade vive um grande momento com mudanças e transformações. As pessoas estão recuperando a autoestima e tendo orgulho em ser gravataense outra vez”, destacou.

A noite foi celebrada uma missa em Ação de Graças na Igreja Matriz de Sant’Ana, seguida pelo tradicional corte de bolo, que este ano possui 8 metros de comprimento e 250 quilos, confeccionado pela Padaria Engenho do Trigo.

Solenidade das bandeiras

A solenidade das bandeiras marcou o início das comemorações pela cidade e reuniu autoridades municipais, estudantes e a comunidade civil, que prestou homenagens à cidade em ato de patriotismo.

 

Gravatá – PE

Gravatá teve origens numa fazenda, em 1808, pertencente a José Justino Carreiro de Miranda, e ganhou autonomia política no dia de 15 de março de 1893, quando a cidade elegeu o primeiro prefeito, Antônio Avelino do Rego Barros.

Localizada a 84 km da capital pernambucana, com 447 metros de altitude, o município de Gravatá possui o 5º melhor microclima do mundo, fato que atrai visitantes de todos os cantos do Brasil. O município conta com uma população estimada em 83.241 habitantes, distribuídos em uma área de 506,785 km².

Tem como principais atividades econômicas a agricultura (abacaxi, milho, algodão, batata doce, tomate, tangerina, feijão, banana, mandioca, morango), o comércio varejista e a pecuária.

Conhecido como importante polo moveleiro do estado, Gravatá concentra um grande número de fabricantes de móveis rústicos e semirrústicos em madeira maciça, além de fibras naturais.

Um grande celeiro de artistas, em que muitos trabalham com o artesanato manual, com peças de todos os gêneros, desde a tradicional bonequinha da sorte, patrimônio cultural, passando pelos brinquedos educativos em madeira, peças em alumínio e até telas e esculturas.

Importante polo de cultivo de hortaliças e legumes do agreste pernambucano, especialmente no setor de orgânicos, produz e comercializa, em média, duas toneladas semanais, em feiras da própria cidade e ainda de Caruaru e Recife. Também tem papel de destaque no cultivo de plantas e flores, com a produção de diversos tipos de rosas, crisântemos e outras espécies de flores, que garante, ao município, o título de maior produtor de flores temperadas do Nordeste.

No setor animal, destaca-se por sua vocação de criação de animais selecionados. Cavalos das raças manga larga marchador e quarto de milha; rebanho bovino das raças leiteiras Jersey, Gir, Girolando e Guzolando; ovino das raças Santa Inês, Suffolk e Texel; e caprino com planteis de Bôer importados do Canadá, Estados Unidos, Alemanha e África do Sul.

O setor imobiliário do município é um dos mais importantes do interior pernambucano, com oferta de terrenos e condomínios rurais que se multiplicam. Segundo os corretores, além do município ter o metro quadrado mais caro do estado, é o local onde mais se constroem casas em todo o estado, com uma média de cinco por dia.

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