Beatriz Damonbella: a jovem pintora que vem conquistando a cidade de Gravatá

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A jovem gravataense Beatriz Damonbella descobriu o talento quando tinha apenas oito anos

 

 

Foto: Divulgação

Igor da Nóbrega 

 

Ela tem apenas 17 anos, mas já pinta e desenha com a mesma personalidade de um artista consagrado no universo da pintura. Beatriz Vitoria da Silva Ferrão, de nome artístico Beatriz Damonbella, vem chamando à atenção do município de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, pelos traços e expressões firmes e simétricos produzidos em cada quadro, reforçando o valor presente na terceira arte da humanidade.

Filha de Luciano Ferrão e Cintia Carla, a jovem gravataense descobriu o precoce talento aos oito anos, durante uma aula de “mão livre de artes” na escola em que estudava. “Minha professora Neide Viana sempre deixava os alunos desenharem nas aulas vagas. Depois de alguns meses, eu já sabia que era o que queria pra minha vida, mesmo tendo pouca idade”, revelou Beatriz.

Ainda criança, a renomada canção Leão do Norte, do cantor e compositor pernambucano Lenine, serviu como fonte de inspiração na vida da pintora. “Ao caminhar pelo Recife, passei próximo ao rio Capibaribe e ao ouvi aquela música, com meus fones de ouvido, que me descrevia. Na hora, imaginei a imagem do Capibaribe em forma de paisagem e numa tela. Chegando em casa, fiz o desenho. A forma como a música descrevia Pernambuco e também o Capibaribe tocou minha alma. Depois de feito o desenho, não parei mais de desenhar “, lembra.

 

No dia 20 de maio de 2017, Beatriz Damonbella apresentou seus trabalhos na Academia de Letras e Artes de Gravatá (ALAG). Foto: Divulgação

 

Aos 14 anos, Beatriz iniciou os primeiros estudos através da arte do Andrew loomis, grande mestre do Realismo. Já em 2017, conseguiu realizar um sonho antigo: apresentar seus trabalhos na Academia de Letras e Artes de Gravatá (ALAG), fato que aconteceu no dia 20 de maio. Na ocasião, conheceu a tabeliã e também acadêmica gravataense Madalena Medeiros. “Além de sempre ter acreditado no meu talento, Madalena é minha grande conselheira e amiga nessa caminhada. Sonho em ser acadêmica na ALAG, um dia”, explicou.

Atualmente, a jovem recebe diversas encomendas de quadros e desenhos, que vêm lhe ajudando na aquisição de novos materiais. O dinheiro também será usado em prováveis viagens a trabalho, num futuro próximo. “Pretendo viajar para outros países e aprimorar minha arte. Sinto-me muito mais evoluída a cada encomenda, que permite expandir ainda mais minha visão diante da arte”, concluiu.

 

Foto: Divulgação

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