GRAVATÁ: Campanha Janeiro Branco encerra com palestra sobre saúde mental no CRAS 4

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O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro Maria Auxiliadora contou com a participação de quase 50 pessoas

Mais Agreste, com SECOM

A Secretaria de Assistência Social de Gravatá realizou, na tarde desta terça (29), o último encontro da campanha Janeiro Branco. Desenvolvida durante todo o mês no no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), a ação levou à população palestras, rodas de conversas e atividades lúdicas voltadas à ‘saúde mental e emocional’, o tema deste ano.

Maria José, 54 anos, moradora do bairro Maria Auxiliadora, acompanhou o último dia do encontro, afirmando as atividades desenvolvidas a ajudaram bastante. “Achei muito importante ter esse tipo de palestra e também as rodas de conversas que foram feitas, tanto para nos ajudar, quanto para nos orientar sobre o assunto. Aprendi muito com as dicas que ouvi, a trabalhar o meu emocional e também das pessoas da minha família”, ressaltou.

O último dia, que teve início às 13h30, contou com a participação de aproximadamente 50 pessoas da comunidade, abrangida pelo CRAS IV. Na ocasião, os presentes aprenderam sobre situações de uma pessoa pedir e receber ajuda, a fim de não adoecer mentalmente.

O psicólogo e palestrante da tarde, Alyson Pereira, fala que as portas estão abertas para receber a população e tirar quaisquer dúvidas sobre a temática, como também prestar atendimento e ajuda emocional.
“Queremos mostrar para a comunidade que o adoecimento da saúde mental e emocional é um problema psicológico e tem que ser cuidado, porque manter esta saúde é, também, garantir mais qualidade de vida para as pessoas. Os CRAS de Gravatá já vêm realizando esse trabalho, através da Psicologia, ao ajudar as pessoas em seus dilemas diários, não apenas durante o mês da campanha, mas no trabalho constante o ano inteiro,” acrescentou.

Sobre a Campanha

Criado no ano de 2014, é uma campanha dedicada a promover a psicoeducação das pessoas e das instituições, promovendo a saúde mental e combatendo o adoecimento emocional dos indivíduos e instituições. Para tanto, são realizados debates, reflexões, palestras, rodas de conversa, oficinas, caminhadas, corridas, piqueniques, cineclubes, distribuição de balões brancos, panfletos, fitas brancas e várias outras formas de ação e intervenção. Assim, a campanha valoriza a subjetividade humana, a criação de uma cultura de equilíbrio emocional entre pessoas, a nível individual, institucional, social e coletivo.

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