Escolas Municipais de Gravatá recebem projeto pelo Dia Internacional da Síndrome de Down

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O trabalho de inclusão social será realizado durante a última semana do mês de março

Fotos: Bruna Oliveira/ SECOM

Mais Agreste, com SECOM

A Secretaria de Assistência Social e Juventude, em parceria com o Centro de Inclusão de Gravatá (CIG) e o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS IV), está realizando, na última semana do mês de março, o projeto
Ninguém fica para trás. A iniciativa, que acontece nas escolas municipais de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, vai ao encontro do Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado na última quinta, no dia 21 de março.

“A conscientização das crianças e jovens sobre a Síndrome de Down é importante, para que todos saibam que pessoas com a síndrome podem fazer as mesmas coisas que qualquer outra pessoa, tendo apenas, algumas limitações específicas, mas que podem ser superadas. É preciso que esses estudantes aprendam a desenvolver um olhar de amor para essas pessoas, não um olhar necessariamente diferente. Amar pessoas com Síndrome de Dow é desenvolver as capacidades de acolhimento e respeito ao próximo,” explicou a psicóloga do CRAS IV, Renata Lima.

De acordo com a Secretaria, o projeto consiste emlevar informações aos estudantes, por meio de palestras, sobre a referida anomalia genética, promovendo uma conscientização contra atitudes de exclusão e discriminação contra as pessoas com a síndrome. As atividades serão ministradas por uma equipe de psicólogos e profissionais da prefeitura.

A primeira instituição de ensino a ser contemplada, nesta segunda (25), foi a Escola Adalgisa Gonçalves Soares da Silva, no Bairro Novo. A psicóloga Renata Lima, a coordenada do CRAS, Flaviana Rocha, e a coordenadora da Proteção Básica da Assistência Social, Ana Neri, foram as profissionais que levaram as discussões aos estudantes.

Para a coordenadora do CIG, Simone Rocha, torna-se indispensável a construção de uma sociedade cada vez mais justa. “É necessário que, desde o início da formação cidadã das crianças, os profissionais que trabalham com elas realizem atividades que incentivem atitudes de respeito ao próximo, independentemente de qualquer diferença. Estas palestras têm esse objetivo, ao trazer para os estudantes informação e conscientização. É gratificante ver que o processo de inclusão social está de fato sendo promovido nas escolas, através do apoio da atual gestão municipal. O bom resultado tem sido notório,” destacou.

Sobre o Dia Internacional da Síndrome de Down

O Dia Internacional da Síndrome de Down foi proposto pela Down Syndrome International como o dia 21 de março, porque esta data se escreve como 21/3 (ou 3-21), fazendo uma alusão à trissomia do 21, o que define a síndrome.

A primeira comemoração da data foi realizada em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e, desde então, a organização propõe diferentes temas a cada ano.

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