Em Gravatá, abertura do projeto ‘Maria da Penha vai à Escola 2019’ acontece nesta sexta (9)

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O projeto vai promover debates nas escolas da rede municipal de ensino sobre a temática do combate à violência contra a mulher

Mais Agreste, com SECOM

Nesta sexta-feira (9), a cidade de Gravatá, no Agreste do estado, vai acompanhar a abertura oficial da programação 2019 do projeto Maria da Penha Vai à Escola. A solenidade acontece no auditório Professora Sandra Belarmino, localizado no prédio da Secretaria de Educação, a partir das 8h.

A iniciativa tem como principal objetivo promover debates nas escolas da rede municipal de ensino sobre a temática do combate à violência contra a mulher, além dos impactos gerados pela Lei Maria da Penha na sociedade. Para tanto, serão realizadas palestras e atividades culturais desenvolvidas por estudantes e professores.

Para tanto, gestores escolares e coordenadores pedagógicos estarão presentes para formular o calendário de atividades de cada unidade de ensino. Na ocasião ainda, serão definidas as diretrizes dos projetos pedagógicos e culturais a serem desenvolvidos pela comunidade escolar, que serão apresentados em culminâncias abertas para toda a sociedade.

O encontro contará com a presença do prefeito Joaquim Neto, que fará a abertura oficial, da delegada de Polícia Civil, Danúbia Andrade, da secretária da Mulher, Taciana Medeiros, da Secretária de Educação, Iris Dias, dentre outras autoridades municipais.

As escolas estaduais e da rede privada também podem participar do cronograma, caso solicitem previamente à Secretaria Municipal da Mulher, que funciona das 7h às 13h, no prédio da Prefeitura de Gravatá.

Sobre o Projeto Maria da Penha em Gravatá

Em Gravatá, o projeto teve início no ano de 2017, tendo se transformado em lei no dia 17 de setembro de 2018. De autoria do prefeito Joaquim Neto, a Lei Nº 3774/2018 foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores do município. Com isso, as escolas municipais passaram a incluir a temática da violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha como temas transversais dos currículos. Além disso, um cronograma de projetos pedagógicos vem sendo desenvolvidos anualmente.

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